sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Congresso de Educação de Ponta Grossa

Nós participamos do Congresso de Educação e Feira do Livro de Ponta Grossa,Paraná, promovidos pela Secretaria Municipal de Educação. Com a temática ‘A Leitura Abre Portas’, o evento iniciou no dia 07 de setembro e irá até esta sexta-feira, 16, com várias editoras, livrarias e autores que estão reunidos no Complexo Cultural Jovani Masini. Ao todo são mais de 300 eventos culturais e literários. A organização espera receber até o último dia do evento em torno de 40 mil pessoas.

Nossas palestras aconteceram no dia 08,  conversamos com grupos de educadores, quando pudemos mostrar a eles como ajudar seus alunos conseguirem uma vida mais organizada, mais produtivas e com resultados práticos  no aprendizado.

O livro "Quem Mexeu na Minha Bagunça?", ficou a venda no estande do representante local Editora Cortez. Um evento muito bem pensado e organizado pela Secretaria Municipal de Educação de Ponta Grossa.

Veja alguns de nossos momentos no evento:



































quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Por que fazemos o que fazemos?


O filósofo e educador, Mario Sérgio Cortella, lançou o livro Por que fazemos o que fazemos?, onde fala de nossas relações com o trabalho: a preguiça de ir para o escritório na segunda-feira. A falta de tempo que virou uma constante. A rotina que está tirando o prazer no dia a dia. e as  dúvidas sobre qual é o real objetivo de sua vida.

Nesta entrevista para a BBC Brasil ele coloca, adequadamente, muitos pontos importantes que estão no livro e que devemos nos preocupar na educação de nossas crianças. Alguns destes pontos destacamos sempre em nossos encontros com pais.Vale a pena a leitura e uma reflexão.


Essa overdose de variáveis gerou dificuldade de fazer escolhas

BBC Brasil - O que desencadeou a volta da busca pelo propósito?
Mario Sergio Cortella - A primeira coisa que desencadeou foi um tsunami tecnológico, que nos colocou tantas variáveis de convivência que a gente fica atordoado.

A lógica para minha geração foi mais fácil. Qual era a lógica? Crescer, estudar. Era escola, e dependendo da tua condição, faculdade. Não era comunicação em artes do corpo. Era direito, engenharia, tinha uma restrição.
Essa overdose de variáveis gerou dificuldade de fazer escolhas. Isso produz angústia em relação a esse polo do propósito. Por que faço o que estou fazendo? Faço por que me mandam ou por que desejo fazer? Tem uma série de questões que não existiam num mundo menos complexo.
Não foi à toa que a filosofia veio com força nos últimos vinte anos. Ela voltou porque grandes questões do tipo "para onde eu vou?", "quem sou eu?", vieram à tona.
BBC Brasil - Podemos dizer que nesse contexto vai ser cada vez menor o número de pessoas que não tem esses questionamentos?
Mario Sergio Cortella - Cada vez menor será o número de pessoas que não se incomoda com isso. O próprio mundo digital traz o tempo todo, nas redes sociais, a pergunta: "por que faço o que faço?", "por que tomo essa posição?". E aquilo que os blogs e os youtubers estão fazendo é uma provocação: seja inteiro, autêntico. É a expressão "seja você mesmo", evite a vida de gado.

BBC Brasil - No seu livro, você fala da importância do reconhecimento no trabalho. Qual é ela?
Mario Sergio Cortella - O sentir-se reconhecido é sentir-se gostado. Esse reconhecimento é decisivo. A gente não pode imaginar que as pessoas se satisfaçam com a ideia de um sucesso avaliado pela conquista material. O reconhecimento faz com que você perca o anonimato em meio à vida em multidão.

No fundo, cada um de nós não deseja ser exclusivo, único, mas não quer ser apenas um. Eu sou um que importa. E sou assim porque é importante fazer o que faço e as pessoas gostam.
Não há possibilidade de se conseguir algumas coisas sem esforço
BBC Brasil - Pelo que vemos nas redes sociais, os jovens estão trazendo essa discussão de forma mais intensa. Você percebeu isso?
Mario Sergio Cortella - Há algum tempo tenho tido leitores cada vez mais jovens. Como me tornei meio pop, é comum estar andando num shopping e um grupo de adolescentes pedir para tirar foto.

Uma parcela dessa nova geração tem uma perturbação muito forte, em relação a não seguir uma rota. E não é uma recuperação do movimento hippie, que era a recusa à massificação e à destruição, ao mundo industrial.
Hoje é (a busca por) uma vida que não seja banal, em que eu faça sentido. É o que muitos falam de 'deixar a minha marca na trajetória'. Isso é pré-renascentista. Aquela ideia do herói, de você deixar a sua marca, que antes, na idade média, era pelo combate.
O destaque agora é fazer bem a si e aos outros. Não é uma lógica franciscana, o "vamos sofrer sem reclamar". É o contrário. Não sofrer, se não for necessário.
Uma das coisas que coloco no livro é que não há possibilidade de se conseguir algumas coisas sem esforço. Mas uma das frases que mais ouço dos jovens, e que para mim é muito estranha, é: quero fazer o que eu gosto.
BBC Brasil - Esse é um pensamento comum entre os jovens quando se fala em carreira.
Mario Sergio Cortella - Muito comum, mas está equivocado. Para fazer o que se gosta é necessário fazer várias coisas das quais não se gosta. Faz parte do processo.

Adoro dar aulas, sou professor há 42 anos, mas detesto corrigir provas. Não posso terceirizar a correção, porque a prova me mostra como estou ensinando.
Não é nem a retomada do 'no pain, no gain' ('sem dor, não há ganho'). Mas é a lógica de que não dá para ter essa visão hedonista, idílica, do puro prazer. Isso é ilusório e gera sofrimento.
BBC Brasil - O sofrimento seria o choque da visão idílica com o que o mundo oferece?
Mario Sergio Cortella - A perturbação vem de um sonho que se distancia no cotidiano. No dia a dia, a pessoa se coloca como alguém que vai ter um grande legado, mas fica imaginando o legado como algo imediato.

Gosto de lembrar uma históra com o Arthur Moreira Lima, o grande pianista. Ao terminar uma apresentação, um jovem chegou a ele e disse 'adorei o concerto, daria a vida para tocar piano como você'. Ele respondeu: 'eu dei'.
Há uma rarefação da ideia de esforço na nova geração. E falo no geral, não só da classe média. Tivemos uma facilitação da vida no país nos últimos 50 anos - nos tornamos muito mais ricos. Isso gerou nas crianças e jovens uma percepção imediatizada da satisfação das necessidades. Nas classes B e C têm menino de 20 anos que nunca lavou uma louça.
O sonho é um desejo factível. 
O delírio é um desejo que não tem factibilidade.
BBC Brasil - Quais as consequências dessa visão idealizada?
Mario Sergio Cortella - Uma parte da nova geração perde uma visão histórica desse processo. É tudo 'já, ao mesmo tempo'. De nada adianta numa segunda castigar uma criança de cinco anos dizendo: sábado você não vai ao cinema. A noção de tempo exige maturidade.

Vejo na convivência que essa geração tem uma visão mais imediatista. Vou mochilar e daí chego, me hospedo, consigo, e uma parte disso é possível pelo modo que a tecnologia favorece, mas não se sustenta por muito tempo.
Quando alguns colocam para si um objetivo que está muito abstrato, sofrem muito. Eu faço uma distinção sempre entre sonho e delírio. O sonho é um desejo factível. O delírio é um desejo que não tem factibilidade.
BBC Brasil - Muitos deliram nas suas aspirações?
Mario Sergio Cortella - Uma parte das pessoas delira. Ela delira imaginando o que pode ser sem construir os passos para que isso seja possível. Por que no campo do empreendedorismo existe um nível de fracasso muito forte? Porque se colocou mais o delírio do que a ideia de um sonho.

O sonho é aquilo que você constrói como um lugar onde quer chegar e que exige etapas para chegar até lá, ferramentas, condições estruturais. O delírio enfeitiça.
Parte das famílias quer poupar e, em vez de poupar, enfraquecem
BBC Brasil - Qual é o papel dos pais para que a busca pelo propósito dos jovens seja mais realista?
Mario Sergio Cortella - Alguns pais e mães usam uma expressão que é "quero poupar meus filhos daquilo que eu passei". Sempre fico pensando: mas o que você passou? Você teve que lavar louça? Ou está falando de cortar lenha? Você está poupando ou está enfraquecendo? Há uma diferença. Quando você poupa alguém é de algo que não é necessário que ele faça.

Tem coisas que não são obrigatórias, mas são necessárias. Parte das crianças hoje considera a tarefa escolar uma ofensa, porque é um trabalho a ser feito. Ela se sente agredida que você passe uma tarefa.
Parte das famílias quer poupar e, em vez de poupar, enfraquecem. Estamos formando uma geração um pouco mais fraca, que pega menos no serviço. Não estou usando a rabugice dos idosos, 'ah, porque no meu tempo'. Não é isso, é meu temor de uma geração que, ao ser colocada nessa condição, está sendo fragilizada.
Não tem noção de hierarquia, de metas e prazos e 
acha que você é o pai dela
BBC Brasil - Sempre lemos e ouvimos relatos de conflitos de gerações entre chefes e subordinados, alunos e professores. Como se explicam esses choques?
Mario Sergio Cortella - Criou-se um fosso pelo seguinte: uma criança ou jovem é criado por adultos, que são seus pais e mantêm com eles uma relação estranha de subordinação. A geração anterior sempre teve que cuidar da geração subsequente e essa vivia sob suas ordens.

A atual geração de pais e mães que têm filhos na faixa dos dez, doze anos, é extremamente subordinada. Como há por parte dos pais uma ausência grande de convivência, no tempo de convivência eles querem agradar. É a inversão da lógica.
Essa lógica faz com que, quando o jovem vai conviver com um adulto que sobre ele terá uma tarefa de subordinação, na escola ou trabalho, haja um choque. Parte da nova geração chega nas empresas mal-educada. Ela não chega mal-escolarizada, chega mal-educada.
Não tem noção de hierarquia, de metas e prazos e acha que você é o pai dela. Obviamente que ela também chega com uma condição magnífica, que é percepção digital, um preparo maior em relação à tecnologia.
Livros: Por que fazemos o que fazemos? Editora Planeta do Brasil
Fonte: Globo.com

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Peça de teatro sobre Bagunça X Organização

Muitas escolas entram em contato conosco para contar ações que estão realizando com seus alunos a partir da leitura do nosso livro "Quem Mexeu na Minha bagunça?", um destes contatos foi feito pela coordenação do Liceu Santa Cruz - colégio de São Paulo, que já adota o livro desde 2012 - quando fomos convidadas a assistir a uma peça de teatro encenada por alunos do 3º ano do FundI que estão trabalhando o projeto de organização. Simplesmente maravilhoso!

Os alunos orientados pela pela professora da classe, Giseli Maria F.O. Gobbi e pela professora de teatro Sonia M. Melle, criaram uma peça leve, inteligente e conseguiram, assim, passar a mensagem da importância da organização para uma vida com mais autonomia e sucesso. 

      "Quando oferecemos propostas interessantes para os alunos eles se envolvem, 
e conseguem vivenciar de uma forma plena o que nós propomos"

A pré-estreia da peça aconteceu à tarde para os outros alunos do colégio e à noite foi realizada a estreia oficial, no auditório do colégio, tendo os pais e autoras como convidados. Alguns pais deram depoimentos citando a mudança de hábitos dos filhos a partir do trabalho com o livro. Houve até mãe de aluno da pré escola, contando que foi assistir à apresentação da noite, influenciada pelo filho que queria que ela visse como a organização é importante. Prova de que a mensagem foi captada.

A Diretora do colégio, Mirna Suzano, ressaltou a importância de se oferecer aos alunos temas de trabalho com os quais eles se identifiquem.O uso do livro e a transformação em peça de teatro seguem a proposta do colégio que é o ampliação do repertório cultural e intelectual dos alunos. "Quando oferecemos propostas interessantes para os alunos eles se envolvem, e conseguem vivenciar de uma forma plena o que nós propomos".

Nossos parabéns a toda a equipe do Liceu Santa Cruz pelo trabalho e responsabilidade com o aprendizado em todas as suas formas e nosso agradecimento especial aos alunos do 3º ano. 

Amamos!!!! 














quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dicas para uma boa reunião escolar

Muito além do domínio de conteúdos escolares, a diretora executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, afirma que a família tem um papel fundamental de apoiar os alunos durante diferentes etapas. Se na educação infantil a criança precisa de afeto e referências para se desenvolver, quando ela chega na primeira etapa do ensino fundamental os pais ou responsáveis precisam valorizar a leitura para apoiar a sua alfabetização. Na adolescência, quando o estudante passa para os anos finais do ensino fundamental, a escola assume um papel muito importante de ajudar a família a compreender e se reconectar com o universo dos adolescentes. Já no ensino médio, as preocupações devem ser voltadas para ajudar os jovens no seu projeto de vida.

Não há dúvidas de que escola e família precisam caminhar juntas para o bom desenvolvimento dos alunos, mas esta integração muitas vezes não é fácil de se colocar em prática. Muitos diretores e professores se queixam da falta de envolvimento da família na educação, por outro lado os pais ou responsáveis dizem não encontrar espaços de participação dentro da escola.

“As pesquisas mostram que é importante para as famílias entenderem que elas têm um papel na vida de seus filhos, em seu aprendizado, desenvolvimento e perceber que suas práticas podem fazer a diferença. Os pais conseguem fazer isso quando a escola chega até eles por meio de convites feitos pelos professores ou quando oferecem um ambiente acolhedor para interagir”, explica Elena Lopez, vice-diretora do Harvard Family Research Project.

É certo de que não existe uma formula única para colocar em prática esta integração entre escola e família, cada instituição deve achar o melhor caminho para isso, sempre buscando o diálogo com a família. Assim, criar oportunidades para os pais irem à escola, elaborar projetos que os convidem à participação. Pensar em reuniões bem elaboradas e em horários acessíveis à maioria dos pais.

“Tem um acúmulo de desafios que as escolas enfrentam todos os dias e muitas acabam vendo as famílias como mais uma coisa a ser feita, mais uma tarefa que elas precisam dar conta. Até que elas percebem que com a parceria da família vão ter o seu trabalho facilitado”, lembra Priscila Cruz.

Formatos de reuniões formais com as famílias também devem ser repensados. Algumas escolas ainda pecam nestas reuniões onde só há um lado a falar. Falta de cuidado na exposição de problemas de alunos perante outros pais, entre outros pontos.
Criatividade e ponderação podem ser um ponto de partida para atrair mais famílias para dentro dos muros da escolas.   

Baseado em uma publicação do centro de estudos Harvard Family Research Project, nos Estados Unidos, colocamos abaixo alguns pontos de organização para uma boa reunião pedagógica, lembrando que este é apenas um momento de trazer a família para a escola.

Gestores - Antes das reuniões
1. Envie mensagens para todos da escola e reforce a importância da participação familiar nas reuniões.
2. Divulgue antes a pauta da reunião para os pais e professores.
3. Compartilhe informações sobre as reuniões de pais e mestres com a comunidade de maneira geral.
4. Organize formações com os professores para que eles possam utilizar os melhores métodos para conduzir as reuniões.
5. Ajude as famílias a obterem informações sobre o desenvolvimento e rendimento dos seus filhos e demonstre que isso é importante.

Durante as reuniões
6. Esteja disponível para auxiliar os professores que precisam de apoio para conduzir a reunião e ofereça orientações aos pais.
7. Caminhe pelo edifício escolar para receber as famílias e comunicar a satisfação da escola com a sua presença.
8. Use as reuniões como um ponto de partida para obter uma maior participação da família na escola. Aproveite e compartilhe informações sobre como eles podem se envolver mais.

Depois das reuniões
9. Obtenha feedback dos professores e pais sobre o que funcionou e não funcionou durante as reuniões. Use isso para melhorar os próximos encontros.
10. Garanta uma comunicação constante entre as famílias e a escola. Oriente os professores para que eles estejam sempre em contato com as famílias. Também ofereça oportunidades para que as famílias sejam envolvidas na escola.

Professores — Antes das reuniões
1. Mande convites para as reuniões por meio de folhetos, avisos, e-mail ou telefonemas. Também inclua informações sobre horários e metas dos encontros.
2. Revise o trabalho dos alunos e também esteja preparado para apresentar seus dados de avaliações. Pense o que gostaria de saber mais sobre seus alunos por meio das famílias.
3. Prepare ideias e materiais para utilizar durante as reuniões. Elabore um portfólio com os trabalhos dos estudantes para compartilhar com as famílias.
4. Crie um ambiente acolhedor para receber as famílias. Deixe os trabalhos dos alunos expostos e organize as carteiras em círculos.

Durante as reuniões
5. Comece contando sobre o crescimento dos estudantes e as interações entre a classe. Ajude as famílias a conhecerem as metas de aprendizagem e identificarem quais são os campos que os alunos precisam de apoio.
6. Use exemplos para demostrar o progresso e as habilidades desenvolvidas pelos estudantes.
7. Faça perguntas e escute as famílias sobre seus sonhos e esperanças para os alunos. Também questione sobre estilos de aprendizagem e oportunidades educativas fora do espaço escolar.
8. Compartilhe ideias que possam apoiar a aprendizagem e sugira atividades para que as famílias possam colaborar com o desenvolvendo dos alunos dentro de casa.
9. Evite julgar o que os pais devem fazer. Busque soluções colaborativas para qualquer problema.
10. Explique como será feita a comunicação com as famílias e como elas poderão entrar em contato com você.

Depois das reuniões
11. Faça um acompanhamento com as famílias. Agradeça a presença dos pais e também entre em contato com aqueles que não puderam comparecer. Ofereça apoio aos pais e diferentes alternativas de comunicação.
12. Mantenha uma comunicação regular com as famílias, incluindo notícias positivas e atualizações do progresso dos estudantes. Também pergunte se os pais querem se envolver em outras atividades educativas.
13. Crie atividades de classe que possam se basear no que você aprendeu sobre as culturas das famílias, o ambiente de aprendizagem que eles estão inseridos e as necessidades dos estudantes.

Pais — Antes das reuniões
1. Esteja pronto para falar e escutar. Aproveite para saber do progresso do seu filho. Além de verificar suas notas e resultados, compartilhe com o professor sobre como é o comportamento do seu filho dentro de casa, quais são suas necessidades, sonhos e como o professor poderia ajudar.
2. Revise as tarefas e provas do seu filho antes da reunião. Faça uma lista de perguntas que gostaria de fazer ao professor.
3. Esteja preparado para ouvir sobre as virtudes e deficiências do seu filho. Também faça perguntas sobre como você e o professor podem colaborar com o desenvolvimento dele.

Durante as reuniões
4. Questione como está o desenvolvimento do seu filho, qual é o seu rendimento em comparação ao da classe e como ele poderia melhorar.
5. Peça para ver os trabalhos que o seu filho desenvolveu.
6. Compartilhe seus pensamentos e emoções relacionados ao seu filho. Diga em quais áreas o seu filho mais precisa de ajuda.
7. Pergunte como você pode apoiar o desenvolvimento do seu filho dentro de casa.
8. Tente conhecer quais são as atividades da escola você poderia estar mais envolvido.

Depois das reuniões
9. Faça um planejamento com as coisas que você e o professor se comprometeram para ajudar no desenvolvimento do seu filho.
10. Programe outra reunião para conversar com o professor ou pergunte como vocês poderão manter contato.
11. Converse com o seu filho sobre a reunião e compartilhe com ele o que você aprendeu. Mostre como você apoiará a aprendizagem dele dentro de casa e também peça sugestões


Fonte: Porvir

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Congresso Icloc - Momento de troca e aprendizagem

Neste sábado, dia 14 de maio, aconteceu o VIII Congresso ICLOC de Práticas na Sala de Aula, no Colégio Dante Alighieri. O evento é organizado há oito anos pelo Instituto Cultural Lourenço Castanho. Tem por objetivo reunir educadores para que possam compartilhar com outros práticas que aplicam em sala de aula.


Nós apresentamos as práticas que aplicamos e que vivenciamos através de outras escolas no Projeto Quem Mexeu na Minha Bagunça? Dividimos a sessão com mais três educadores, que mostraram suas práticas:

- Incorporando Novas Práticas de Estudo
    Profa. Gislaine Carvalho Rasi
- Tempo Integral Nos Anos Finais Do Ensino Fundamental - Supervisão De Estudos –
   Profa. Lucinéa Gomes
- Ganhando Eficácia Nas Tarefas De Casa Com O Recurso De Correção Automática
  Prof. Fernando Rosário de Souza





Todas as práticas apresentadas, fazem parte de um livro publicado especialmente para o evento e entregue a todos os participantes.




Nosso livro também estava exposto para venda. Ai também tivemos a oportunidade de conhecer muitos profissionais que mais trocas de ideias,  além de encontrarmos alguns conhecidos.








Completando o evento, diversos stands de instituições ligadas à educação.  








Ano que vem tem mais. Não deixe de participar. Com certeza irá adquirir novos conhecimentos e ideias para colocar em prática também em sua aula.




sexta-feira, 22 de abril de 2016

Pequenos atos que podem ajudar a salvar nossa Terra

Hoje é o Dia Mundial da Terra, nosso planeta vem sofrendo um desgaste, está em estado de alerta e vem pedindo socorro há muito tempo. Empresas e governos estão se mobilizando em todo o mundo para criar ações que possam salvar nosso planeta e para que possamos ter condições de vida saudável por aqui, por muitos anos ainda. Mas, cada um nós pode contribuir, mesmo que com pequenas atitudes, mas que em conjunto tornam-se enormes feitos.
Em casa e em nosso dia a dia, podemos ensinar nossas crianças desde muito cedo. Aproveitando a data colocamos algumas dicas de pequenos atos que você pode passar para os filhos e alunos já, tornando-os cidadãos mais consciente.

1. Fique atenta ao tempo do banho
Desde pequena, quando a criança começa a tomar banho com os pais, ensine-a a não desperdiçar água. Estipule, por exemplo, um tempo, que pode ser a duração de uma música, para ele se lavar. Esse bem precioso está se esgotando. Segundo dados da organização não governamental Greenpeace, falta água para cerca de 1,7 bilhão de pessoas em todo o mundo. E o Brasil, com uma das maiores reservas do planeta, é um dos países que mais desperdiçam esse recurso. A ONG chama a atenção para as pequenas coisas do dia a dia: o uso doméstico consome cerca de 10% do total e economizar água em casa faz muita diferença. Só para ter uma ideia, uma pessoa chega a usar mais de 300 litros ao dia na realização das atividades cotidianas.
2. Separe o lixo
O Greenpeace alerta que o Brasil produz 230 mil toneladas de lixo diariamente. Como conscientizar o pequeno? Comece ensinando-o a separar os resíduos limpos. Lixeiras coloridas para os diferentes materiais (plástico, papel, vidro) são uma boa opção para despertar o interesse do pequeno. "No carro, leve uma pequena sacola para papeizinhos e embalagens de guloseimas e chocolates", sugere Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia. Explique para a criança que jogar essas coisas na rua entope os bueiros, o que pode ocasionar inundações.
3. Conserte ou doe os brinquedos
Quando um carrinho ou uma boneca quebrar, conserte, em vez de descartá-lo. Além disso, você pode, juntamente com seu filho, inventar brinquedos com materiais recicláveis, como garrafas PET. "E, quando ele não quiser mais, doe para uma ONG ou para outras pessoas que possam utilizá-lo", completa Ricardo Levy, da ONG Jaguatibaia.
4. Procure objetos usados para comprar
Em algumas capitais, já é possível encontrar brechós de roupas infantis. O lugar é uma ótima opção tanto para comprar peças a preços camaradas como para colocar à venda acessórios que seu filho não usa mais. Isso porque muitas delas aceitam calças, sapatos e vestidos em consignação. Na sua cidade, não tem esse tipo de comércio? Então, outra boa ideia é organizar bazares entre as amigas para trocar as roupinhas. O que faz desses encontros um sucesso é reunir o maior número de amigas possíveis com filhos em diferentes idades. Assim todas aproveitam. Detalhe: nessas reuniões, leve as crianças. Faça desse momento uma pequena festa para as crianças brincarem e, de quebra, aprenderem o bom exemplo das mães e uma lição para a vida toda.
5. Utilize integralmente os alimentos
Mostre para o seu filho a variedade de opções que temos na cozinha. Por exemplo, invente sucos com as frutas que estão prestes a vencer. Pegue os restos de pão e reinvente o famoso pudim de pão - uma receita tradicional entre as avós. A cenoura, artigo único na geladeira, pode se transformar num gostoso bolo. Enfim, invente, invente, invente!
6. Use a sacola de tecido
Aproveite a onda das sacolas ecológicas, ou ecobags, para incutir no seu pequeno o quão bacana é levar as compras ali. No supermercado, diga não à versão de plástico. Com o passar do tempo, essa atitude, com certeza, será absolutamente normal para ele. Estranho mesmo serão as sacolinhas de plástico, que demoram anos e anos para se decompor.
7. Leve-o à feira
Leve seu bebê à feira desde pequeno. Ele vai criando intimidade com produtos frescos e orgânicos. Quando chegar aos 6 meses, incentive o consumo de frutas e legumes - essa atitude requer alimentos fresquinhos, comprados semanalmente.8. Faça uma horta
Em casa ou na varanda do apartamento, cultive temperos em vasinhos. Isso mostra a importância de plantar, cuidar e se alimentar com o que vem da terra.
9. Apague as luzes sempre

Oriente seu filho a não deixar luzes acesas sem necessidade. E ainda a desligar todo e qualquer aparelho eletrônico. Qualquer que seja a fonte, a produção de eletricidade sempre causa alguma agressão ao meio ambiente. "Hidrelétricas inundam grandes áreas, alterando e destruindo ecossistemas. Termoelétricas emitem gases que contribuem para o efeito estufa. Usinas nucleares representam um risco permanente de acidentes, além de gerar lixo atômico, o que é extremamente perigoso", exemplifica a ONG Greenpeace. Economizar energia é uma maneira de diminuir a demanda por novas usinas e linhas de transmissão e distribuição e, consequentemente, os riscos de impactos ambientais e de apagões.
10. Ande mais a pé

Sempre que possível, deixe o carro em casa, principalmente quando o objetivo é fazer algo no próprio bairro. Vá de bicicleta ou caminhe de mãos dadas com o seu pequeno. Pode acreditar: ele vai adorar caminhar pela cidade e descobrir uma nova pracinha, uma árvore recheada de flores ou o latido dos cães. Vale o passeio!




terça-feira, 5 de abril de 2016

Dicas para manter o quarto sempre arrumado



Olhe para o seu quarto. Será que tem muita coisa fora do lugar? Será que ele pode ficar mais espaçoso, mais arejado?


Pense...
...se você tiver menos coisas jogadas no chão, terá mais espaço para andar, até dançar;
...se você tiver menos objetos que não usa na mesa do computador ou na sua mesa de estudo, terá mais facilidade para usar a internet ou fazer sua lição;
...se você guardar cada objeto em seu lugar irá perder menos tempo procurando coisas.


Imaginamos que o seu quarto é um dos lugares da casa onde você fica a maior parte do dia. Certo? Então você precisa aproveitar muito bem este tempo, fazendo somente aquilo que gosta - estudando, vendo TV, jogando videogame, dançando com as amigas etc.


Então ai vão algumas dicas rápidas:



- Comece a habituar-se a arrumar sua cama todos os dias, é claro, que durante a semana, quando se estuda de manhã, nem sempre dá tempo, mas nos outros dias em que você está em casa, tente fazer isso assim que acorda, com o ededron fica muito fácil e tenha certeza de que uma cama arrumada já parece que seu quarto já esta pronto para você usar.





- Não leve comida para o quarto - além do cheirinho de comida não ser nada agradável para um quarto, você pode deixar cair migalhas e isso atrair formigas e outros insetos nada simpáticos.



- Ao trocar de roupas, separe na hora - o que precisa ser lavado já deve ser levado para o lugar destinado a roupas sujas em sua casa, o que ainda pode ser
usado(como casacos) devem ser guardados no armário ou pendurados num cabide próprio. O mesmo serve para os calçados.



- Acabou de fazer a lição? Guarde na mochila o material que irá levar para o colégio no dia seguinte e organize os que vão ficar em casa na mesa ou estante destinada ao material.



Atitudes simples que já vão te ajudar a manter seu quarto mais organizado. 

Experimente!