Um guia, que apresenta detalhes, com passo a passo e atividades de como ‘mexer na bagunça’, tornando a vida mais fácil, sem perder a graça da ‘bagunça natural’, numa linguagem que adolescentes e jovens conseguem absorver rapidamente. Este blog é um complemento e um canal de comunicação entre leitores e autoras do livro.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Feira em escola do Jabaquara também recebe nosso livro
O QMNB esteve também em outra feira neste último fim de semana, na Escola nossa Senhora das Graças http://www.ensg.g12.br/, porém, infelizmente, não foi possível irmos até lá para conhecer a escola e seus alunos. Mas, fomos informadas de que a feira estava muito boa, com grande variedade de títulos e que o livro QMNB foi muito bem aceito pelos visitantes. Vejam algumas fotos:
Agradável encontro
Neste fim de semana estivemos no Colégio São Paulo da Cruz http://www.passionista.com.br/saopaulodacruz/, na zona norte da capital. Um colégio muito bem estruturado, com alunos interessados e transparecendo muita satisfação em relação à escola onde estudam.
Além de participarmos da feira de livros, tivemos a oportunidade de conversar com pais e alunos numa palestra. Adoramos este momento!!!
terça-feira, 8 de maio de 2012
Encontro cultural
Neste último fim de semana, tivemos a satisfação de participar do II ENCONTRO CULTURAL, do Colégio Montessori Santa Terezinha, do Jabaquara, São Paulo.
O Encontro tinha como tema - Semana de Arte Moderna – Semana de 22. Além da feira de Livros, aconteceram diversas atividades, como exposição de trabalhos dos alunos, apresentação musical do grupo de teatro do colégio, contação de história, oficinas de desenhos, palestras etc.
Os organizadores explicam que o Colégio Montessori Santa Terezinha investe no crescimento de seus alunos, bem como acredita que os sentimentos podem se manifestar em atividades voltadas à cultura e devem ser explorados por meio do conhecimento, da compreensão, das experiências cognitivas e nos fundamentos da ciência, da educação, da arte e da música. Por isso as atividades diversificadas mostradas no evento.
Para nós também foi um momento enriquecedor, pois conhecemos pessoas muito interessadas em mostrar conteúdo para crianças e jovens, professoras comprometidas, pais envolvidos e alunos extremamente receptivos.
Parabéns a todos!
Azul & Rosa - Novo parceiro
A loja Azul & Rosa, que fica no bairro da Moóca, em São Paulo, é especializada em brinquedos educativos. Atende a inúmeras escolas da cidade oferecendo além de brinquedos jogos, livros, CDs, enfim, diferentes formas de educar de maneira lúdica.
A partir de agora, a Azul & Rosa é parceira na venda do “Quem Mexeu na Minha bagunça?”, o pessoal da loja aprovou a proposta do livro, dando, inclusive, destaque na vitrine no último fim de semana. Mas, uma demonstração de que o conteúdo do livro é realmente educativo sem ser leitura pesada.
Nós também adoramos a proposta da Azul & Rosa. Nossos parabéns a equipe da loja pelo trabalho.
Visite o Site da Azul & Rosa e conheça um pouco mais:
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Desordem na mesa do escritório? Saiba o que seu gestor acha da bagunça
Desorganização
e trabalho não combinam, e isso é fato. E convenhamos, processos criativos à
parte, uma mesa desorganizada não costuma causar boa impressão a quase ninguém.
Mas será que os gestores das companhias também compartilham dessa opinião?
De
acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria americana CareerBuilder, a
resposta é sim. Segundo o levantamento, 40% dos entrevistados afirmam ter uma
má impressão dos funcionários que mantêm a mesa coberta de papel e outros
itens.
Problema
à vista
E
tal análise não para por aí. Ao que parece, 25% dos entrevistados acreditam que
a bagunça seja ainda um forte indício de desorganização pessoal, muitas vezes
denunciando o perfil de um profissional.“Cerca de 16% dos entrevistados
associam as mesas ao seus usuários, considerando-os confusos”, informa o
estudo.
A
gravidade da situação é tamanha, que, segundo o levantamento, 28% dos chefes
seriam relutantes em promover um colaborador o qual considerassem ‘desordeiro’.
Casos e casos
Contudo,
na opinião do sócio-diretor e fundador da Muttare, consultoria de gestão,
Tatsumi Roberto Ebina, nem sempre é possível manter um parâmetro geral sobre
tal análise e é preciso observar, pois existem ‘casos e casos’.
Para
ele, a cobrança dependerá principalmente das atividades e da produtividade de
um colaborador. “Um profissional deve ser avaliado pela sua contribuição com a
empresa, e isso, independente da mesa dele estar organizada ou não. Às vezes,
ele produz bem dentro da desordem dele e não existem motivos para se preocupar
com isso”, diz Ebina.
O
mesmo não se aplica, no entanto, para os colaboradores relapsos e distraídos
com suas obrigações. “Nesses casos, o mais adequado é pedir uma organização
maior desse trabalhador para evitar que perca o foco de seus atividades e
melhore sua produtividade”, informa.
Promoção
e desempenho
Seguindo
tal raciocínio, diferentemente do que aponta a pesquisa, o ideal seria promover
apenas os candidatos que apresentassem um melhor desempenho e não
necessariamente uma organização impecável de sua mesa. “Achar que uma pessoa
que tem uma mesa desorganizada tem o cérebro desorganizado é rídiculo”,
considera Ebina.
Para
ele, se a situação realmente incomodar o gestor, o mais adequado é que ele
oriente o profissional sobre a cultura e os valores organizacionais da
companhia para ajustar os comportamentos que não estiverem dentro do esperado.
“É
claro que uma mesa bagunçada não causa uma boa impressão, especialmente se o
líder for uma pessoa extremamente organizada. Nesse caso, a impressão causada
será péssima. Por isso, é importante priorizar esse ajuste, para explicar como
tal postura afeta o negócio”, explica.
Dicas
Uma
boa dica para quem tem o hábito de acumular itens na mesa ou para quem tem
dificuldade de manter a ordem no local de trabalho é estabelecer prazos. A
recomendação é simples: “uma vez por mês ou a cada 15 dias a pessoa deve olhar
os objetos e papéis acumulados em sua estação de trabalho. Se eles estiverem
lá, intocados por três meses, devem ser descartados”, aconselha Ebina.
Outra
recomendação para evitar os acúmulos é se livrar da papelada. Para isso, o
ideal é que todos os documentos considerados importantes sejam escaneados e
armazenados no computador ou em outro dispositivo de dados. “Isso é realmente
importante, pois existem colecionadores que não descartam nada, nunca!”, diz.
Fonte:
Infomoney
David William –
Postado em http://noticiaweb.info/desordem-na-mesa/10/
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Criança e alimentação
A revista Época desta semana traz uma matéria muito interesse sobre como as famílias tratam o assunto: "alimentação de crianças". Vale a apena ler e refletir um pouco.
Veja a matéria completa:
http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/04/criancas-3-x-0-comida.html
Crianças 3 x 0 Comida
Uma pesquisa exclusiva mostra como as dificuldades que aparecem nas refeições podem envenenar o relacionamento entre pais e filhos. O que fazer para evitar os conflitos
THAIS LAZZERI
SEM LÁGRIMAS
Isabel, de 2 anos e 8 meses, e a mãe, Vanessa, em casa. Ela chegou a chorar escondido porque não conseguia fazer a filha comer (Foto: Camila Fontana/ÉPOCA)
De um lado, pais ávidos – na verdade, alguns desesperados – para ver seus filhos comer direito. Do outro, crianças que fogem de frutas, verduras e variedade à mesa. Não é raro que essa relação caminhe para uma situação carregada de estresse e frustração. A hora da refeição deveria ser uma oportunidade para conversar com o filho e saber como foi o dia dele, mas, por vezes, torna-se um momento caótico, foco de discussão em família. Uma pesquisa obtida com exclusividade por ÉPOCA, realizada pela Ipsos a pedido da empresa americana Abbott com 984 mães de todas as regiões brasileiras, mostrou que 51% das crianças têm alguma dificuldade para comer. Sete em cada dez mães acreditam que isso atrapalha a relação com os filhos. Foram pesquisadas famílias com crianças entre 1 e 10 anos, com maioria entre 3 e 7 anos. “Nutrir envolve uma troca de afinidades”, afirma Fabio Ancona Lopez, pediatra e nutrólogo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Preocupar-se com a alimentação do filho é uma forma de expressar amor. Quando o filho não come, algumas mães naturalmente se sentem rejeitadas.”
O pediatra americano Benny Kerzner, professor da Escola de Medicina e Ciências da Saúde George Washington, nos Estados Unidos, conduziu pesquisas específicas sobre o impacto das dificuldades alimentares no relacionamento entre mãe e filhos em diversos países. Kerzner cita um estudo que acompanhou, por vídeo, como as mães alimentavam os filhos e como brincavam com eles depois. Os pesquisadores perceberam que, nas casas onde havia mais tensão no momento das refeições, a interação entre mães e filhos após aquele momento era bem menor. Elas não abraçavam as crianças. Com o tempo, afirma Kerzner, esse distanciamento pode se agravar. “Quanto mais conflituoso o momento da refeição, maiores as chances de complicações aparecerem e mais difícil será o futuro dessa criança”, afirma. “Não estou dizendo que vá acontecer com todas, mas são maiores as chances de alguma criança manifestar problemas de comportamento no futuro, como ficar mais violenta.”
A gaúcha Cristina Sampaio Teixeira, de 37 anos, de São Paulo, percebeu o peso da alimentação em sua relação com os filhos depois que Victor, de 5 anos, e Tomas, de 3, começaram a evitar alimentos que antes comiam bem. “Eles aceitavam de tudo até os 2 anos”, diz ela. Quando as recusas com o primeiro filho aumentaram, ela combinou que o premiaria caso ele comesse tudo o que estava no prato. A experiência não passou de três semanas. “Era insustentável trocar comida por presentes.” Cristina percebeu que as discussões com as crianças geravam aborrecimento e rancor na família.
Muitos pediatras e nutricionistas acreditam que mais estudos são necessários para determinar como as dificuldades na alimentação podem afetar o futuro da criança. Todos concordam, porém, que refeições caóticas são prejudiciais. É papel dos pais educar os filhos, colocando limites nos horários para comer e nas opções de alimento que entram na casa. Fazer as refeições num clima de tensão permanente pode ter impactos negativos na forma como elas se relacionam com o alimento e mesmo em sua autoestima. O risco é que, ao perceber a mudança de clima familiar em função de como se comporta diante do prato, a criança tenha a sensação de que é responsável pelo bem-estar da família. “Quando tem essa percepção e não consegue corresponder, fica com a impressão de que nunca conseguirá satisfazer os pais”, diz a pediatra Fabíola Suano, do serviço de nutrologia do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André, na Grande São Paulo.
Veja a matéria completa:
http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/04/criancas-3-x-0-comida.html
Crianças 3 x 0 Comida
Uma pesquisa exclusiva mostra como as dificuldades que aparecem nas refeições podem envenenar o relacionamento entre pais e filhos. O que fazer para evitar os conflitos
THAIS LAZZERI
SEM LÁGRIMAS
Isabel, de 2 anos e 8 meses, e a mãe, Vanessa, em casa. Ela chegou a chorar escondido porque não conseguia fazer a filha comer (Foto: Camila Fontana/ÉPOCA)
De um lado, pais ávidos – na verdade, alguns desesperados – para ver seus filhos comer direito. Do outro, crianças que fogem de frutas, verduras e variedade à mesa. Não é raro que essa relação caminhe para uma situação carregada de estresse e frustração. A hora da refeição deveria ser uma oportunidade para conversar com o filho e saber como foi o dia dele, mas, por vezes, torna-se um momento caótico, foco de discussão em família. Uma pesquisa obtida com exclusividade por ÉPOCA, realizada pela Ipsos a pedido da empresa americana Abbott com 984 mães de todas as regiões brasileiras, mostrou que 51% das crianças têm alguma dificuldade para comer. Sete em cada dez mães acreditam que isso atrapalha a relação com os filhos. Foram pesquisadas famílias com crianças entre 1 e 10 anos, com maioria entre 3 e 7 anos. “Nutrir envolve uma troca de afinidades”, afirma Fabio Ancona Lopez, pediatra e nutrólogo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Preocupar-se com a alimentação do filho é uma forma de expressar amor. Quando o filho não come, algumas mães naturalmente se sentem rejeitadas.”
O pediatra americano Benny Kerzner, professor da Escola de Medicina e Ciências da Saúde George Washington, nos Estados Unidos, conduziu pesquisas específicas sobre o impacto das dificuldades alimentares no relacionamento entre mãe e filhos em diversos países. Kerzner cita um estudo que acompanhou, por vídeo, como as mães alimentavam os filhos e como brincavam com eles depois. Os pesquisadores perceberam que, nas casas onde havia mais tensão no momento das refeições, a interação entre mães e filhos após aquele momento era bem menor. Elas não abraçavam as crianças. Com o tempo, afirma Kerzner, esse distanciamento pode se agravar. “Quanto mais conflituoso o momento da refeição, maiores as chances de complicações aparecerem e mais difícil será o futuro dessa criança”, afirma. “Não estou dizendo que vá acontecer com todas, mas são maiores as chances de alguma criança manifestar problemas de comportamento no futuro, como ficar mais violenta.”
A gaúcha Cristina Sampaio Teixeira, de 37 anos, de São Paulo, percebeu o peso da alimentação em sua relação com os filhos depois que Victor, de 5 anos, e Tomas, de 3, começaram a evitar alimentos que antes comiam bem. “Eles aceitavam de tudo até os 2 anos”, diz ela. Quando as recusas com o primeiro filho aumentaram, ela combinou que o premiaria caso ele comesse tudo o que estava no prato. A experiência não passou de três semanas. “Era insustentável trocar comida por presentes.” Cristina percebeu que as discussões com as crianças geravam aborrecimento e rancor na família.
Muitos pediatras e nutricionistas acreditam que mais estudos são necessários para determinar como as dificuldades na alimentação podem afetar o futuro da criança. Todos concordam, porém, que refeições caóticas são prejudiciais. É papel dos pais educar os filhos, colocando limites nos horários para comer e nas opções de alimento que entram na casa. Fazer as refeições num clima de tensão permanente pode ter impactos negativos na forma como elas se relacionam com o alimento e mesmo em sua autoestima. O risco é que, ao perceber a mudança de clima familiar em função de como se comporta diante do prato, a criança tenha a sensação de que é responsável pelo bem-estar da família. “Quando tem essa percepção e não consegue corresponder, fica com a impressão de que nunca conseguirá satisfazer os pais”, diz a pediatra Fabíola Suano, do serviço de nutrologia do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André, na Grande São Paulo.
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