segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Reportagem sobre refrigerantes, salgadinhos e outras guloseimas





Reportagem do Domingo Espetacular, rede Record, sobre obesidade infantil. A matéria mostrou o quanto de açúcar, óleo e sal estão presentes nos alimentos industrializados, como refrigerantes, sucos de caixinha, macarrão instantâneo e salsicha.








Abaixo um trecho da matéria. Vale a pena assistir  e conversar com as crianças sobre o que contém cada saquinho de salgadinho, cada bolacha que elas gostam. O importante é conscientizá-las da necessidade de melhorar a qualidade da alimentação, tirando as guloseimas, aos poucos, daqueles que são "viciados" num pacote de bolacha recheada, por exemplo.

Vale à pena assistir.





sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ócio criativo também serve para as crianças

Este texto descreve o que falamos para os pais em nossa palestra: as crianças precisam de um tempo sem compromisso, uma parte da agenda livre e de preferência com seus pais.
Que tal começar a praticar neste fim de semana?


Quando, nos idos anos 90, foi lançado o livro “Ócio Criativo”, as pessoas correram às livrarias curiosas. Afinal, o que tinha a dizer o tal sociólogo italiano Domenico De Masi, famoso mundialmente por pregar a busca do equilíbrio entre trabalho, estudo e lazer sem distinção um do outro? Andávamos tão sobrecarregados e frustrados com as nossas rotinas enlouquecidas, haveria alguma fórmula mágica que nos ajudasse a “ter uma vida” novamente?

Então chegamos em 2013, décadas depois, e agora são nossas crianças que clamam por esta sabedoria. Por um tempo livre para sentir, para vivenciar com calma as pequenas descobertas do dia a dia, para estudar e aprender com e por prazer. Rogam por se divertir no processo de aprendizado. Transferimos para elas a nossa loucura, como bem colocou a Mari Della Barba em seu post Não quero mais ser uma mãe do tipo “anda logo, filho”.

O ócio (do latim otium, palavra usada pelos romanos para ocupações intelectuais) virou negócio (nec-otium, a negação do otium, tarefas de subsistência), tudo o que fazemos precisa ter um “propósito” lucrativo ou nos parece perda de tempo. Não conseguimos parar. Nossos filhos estão acostumados a nos ver correndo pra lá e pra cá feito baratas tontas turbinadas. Já não há mais sábados livres, é o dia em tapamos os furos do que não deu para realizar na semana. Supermercados e shoppings estão abertos aos domingos, para a alegria dos pais multitarefas. Relaxar, observar, acompanhar, educar um filho, quando?

Que tal, simplesmente, desacelerar? Pegar o seu filhote pela mão e dar uma volta matinal no bairro? Desligue o celular em dias de folga, deixe o carro na garagem, desconecte-se. Ouça mais, converse mais, abrace mais, troque sensações, impressões, emocione-se. Ensine seu filho a identificar os sons da natureza, entre mais em contato com ela. Mostre que há vida além dos ponteiros do relógio. Olhem para o céu, esperem por uma estrela cadente.  Aprendam juntos.

Que tal estimularmos nossos filhos a pensar por prazer, a descobrir um jeito novo de fazer as mesmas coisas, de usar a criatividade não apenas no campo teórico, mas prático, a ter ideias e realizá-las? Incentive o seu pequeno a identificar o que gosta, seus talentos e qualidades e a investir neles. Mas para incentivar é preciso andar lado a lado, estar ali, presente nos momentos de descoberta, orientar, vibrar junto. Quando foi a última vez que vocês gargalharam até a barriga doer?

Que tal aprender a dizer não? Diga não aos supostos compromissos e diga sim ao que lhe faz feliz. Comprometa-se consigo mesmo. Encontre brechas para respirar fundo, relaxar e não se sentir, por isso, culpado ou inútil. Ócio não é ficar sem fazer nada, é praticar algo com prazer. Ana Bia adora cantar. Diz, desde os 3 anos, que quer ser cantora quando crescer. Estuda teclado, faz aulas de dança, pesquisa clipes na internet, imprime letras de música, canta no chuveiro, vive feito um passarinho verde. Se vai virar profissional? Não sei. Mas que vai ter uma infância feliz... já está tendo! Quantos de nós conseguimos curtir o caminho mais do que o ponto de chegada?

“Aquele que é mestre na arte de viver faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu tempo livre, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Distingue uma coisa da outra com dificuldade. Almeja, simplesmente, a excelência em qualquer coisa que faça, deixando aos demais a tarefa de decidir se está trabalhando ou se divertindo. Ele acredita que está sempre fazendo as duas coisas ao mesmo tempo”, é uma das frases famosas de De Masi. Que tal começarmos a educar nossas crianças para que cresçam assim?

Por Ana Kessler

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

20 Dicas para escrever bem

1. Evite repetir a mesma palavra, porque essa palavra vai se tornar uma palavra repetitiva e, assim, a repetição da palavra fará com que a palavra repetida diminua o valor do texto em que a palavra se encontre repetida!

2. Fuja ao máx. da utiliz. de abrev., pq elas tb empobrecem qquer. txt ou mensag. que vc. escrev.

3. Remember: Estrangeirismos never! Eles estão out! Já a palavra da língua portuguesa é very nice! Ok?

4. Você nunca deve estar usando o gerúndio! Porque, assim, vai estar deixando o texto desagradável para quem vai estar lendo o que você vai estar escrevendo. Por isso, deve estar prestando atenção, pois, caso contrário, quem vai estar recebendo a mensagem vai estar comentando que esse seu jeito de estar redigindo vai estar irritando todas as pessoas que vão estar lendo!

5. Não apele pra gíria, mano, ainda que pareça tipo assim, legal, da hora, sacou? Então joia. Valeu!

6. Abstraia-se, peremptoriamente, de grafar terminologias vernaculares classicizantes, pinçadas em alfarrábios de priscas eras e eivadas de preciosismos anacrônicos e esdrúxulos, inconciliáveis com o escopo colimado por qualquer escriba ou amanuense.

7. Jamais abuse de citações. Como alguém já disse: “Quem anda pela cabeça dos outros é piolho”. E “Todo aquele que cita os outros não tem ideias próprias”!

8. Lembre-se: o uso de parêntese (ainda que pareça ser necessário) prejudica a compreensão do texto (acaba truncando seu sentido) e (quase sempre) alonga desnecessariamente a frase.

9. Frases lacônicas, com apenas uma palavra? NUNCA!

10. Não use redundâncias, ou pleonasmos ou tautologias na redação. Isso significa que sua redação não precisa dizer a mesmíssima coisa de formas diferentes, ou seja, não deve repetir o mesmo argumento mais de uma vez. Isso que quer dizer, em outras palavras, que não se deve repetir a ideia que já foi transmitida anteriormente por palavras iguais, semelhantes ou equivalentes.

11. A hortografia meresse muinta atensão! Preciza ser corrijida ezatamente para não firir a lingúa portuguêza!

12. Não abuse das exclamações! Nunca!!! Jamais!!! Seu texto ficará intragável!!! Não se esqueça!!!

13. Evitar-se-á sempre a mesóclise. Daqui para frente, pôr-se-á cada dia mais na memória: “Mesóclise: evitá-la-ei”! Exclui-la-ei! Abominá-la-ei!”

14. Muita atenção para evitar a repetição de terminação que dê a sensação de poetização! Rima na prosa não se entrosa: é coisa desastrosa, além de horrorosa!

15. Fuja de todas e quaisquer generalizações. Na totalidade dos casos, todas as pessoas que generalizam, sem absolutamente qualquer exceção, criam situações de confusão total e geral.

16. A voz passiva deve ser evitada, para que a frase não seja passada de maneira não destacada junto ao público para o qual ela vai ser transmitida.

17. Seja específico: deixe o assunto mais ou menos definido, quase sem dúvida e até onde for possível, com umas poucas oscilações de posicionamento.

18. Como já repeti um milhão de vezes: evite o exagero. Ele prejudica a compreensão de todo o mundo!

19. Por fim, Lembre-se sempre: nunca deixe frases incompletas. Elas sempre dão margem a..


JB Oliviera - Consultor Empresarial e Educacional; Professor Universitário; Advogado, e Jornalista.

sábado, 31 de agosto de 2013

Congresso Internacional em São Paulo

Começou ontem, em São Paulo o I Congresso Internacional e III Congresso Nacional de Dificuldades de Ensino e Aprendizagem – Diversidade no Ensinar e Aprender: Educação, Saúde e Sociedade. Voltado a pais, profissionais e estudantes da área da saúde e educação, na inclusão de pessoas com necessidades especiais e pessoas com dificuldades de aprendizagem, no setor educacional e social. O evento tem por objetivo debater novas ideias sobre o conhecimento e orientações relativas à inclusão escolar e social; troca de experiências na abordagem da problemática e seus diferentes contextos; está sendo realizado na Universidade Mackenzie.


O evento é promovido pelo ANDEA – Associação Nacional de Dificuldades de Ensino e Aprendizagem, e a Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP, em parceria com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – HC FMUSP – USP Medicina – IPQ e Colégio Graphein, e com o apoio da Diretoria de Ensino Região Centro-Oeste da Secretaria de Estado da Educação, no o intuito de continuar contribuindo com, no ano de 2013.

Quem Mexeu na Bagunça está presente

O evento conta também com uma Feira Comercial que oferece aos visitantes diversas livrarias, editoras, estandes com jogos e acessórios.O Livro "Quem Mexeu na Minha Bagunça?", esta à venda no stand Regina Livreiros. Foi montado um espaço para autores autografarem os livros, durante a feira,neste espaço  recebemos alguns amigos antigos e outros novos descobertos durante o Congresso. Também  demos a palestra " Desenvolvendo o potencial de seus alunos". para educadores.

A Programação

Durante os três dias de evento uma média 100 palestrantes abordarão diferentes assuntos em palestras, mesas redondas e cursos. A palestra de abertura foi feita pelo Prof. José Pacheco, criador da Escola da Ponte, em Portugal e, atualmente residindo no Brasil, é um dos responsáveis pelo Projeto Âncora, de Cotia, São Paulo. A palestra do prof. José Pacheco lotou o auditório Ruy Barbosa, com capacidade para 1000 pessoas. Em sua fala, Pacheco, contou sua experiências com escolas inovadoras, em seus conceitos, formatos e concepções. Além das palestras o visitante poderá visitar a Feira de Exposições, com livrarias e editoras diversas. "Os projetos humanos contemporâneos não se coadunam com as práticas escolares que ainda temos, carecem de um novo sistema ético e de uma matriz axiológica clara, baseada no saber cuidar e conviver".