terça-feira, 8 de maio de 2012

Azul & Rosa - Novo parceiro


A loja Azul & Rosa, que fica no bairro da Moóca, em São Paulo, é especializada em brinquedos educativos. Atende a inúmeras escolas da cidade oferecendo além de brinquedos jogos, livros, CDs, enfim, diferentes formas de educar de maneira lúdica. 

A partir de agora, a Azul & Rosa é parceira na venda do “Quem Mexeu na Minha bagunça?”, o pessoal da loja aprovou a proposta do livro, dando, inclusive, destaque na vitrine no último fim de semana. Mas, uma demonstração de que o conteúdo do livro é realmente educativo sem ser leitura pesada. 

Nós também adoramos a proposta da Azul & Rosa. Nossos parabéns a equipe da loja pelo trabalho.

Visite o Site da Azul & Rosa e conheça um pouco mais:





                                     

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Desordem na mesa do escritório? Saiba o que seu gestor acha da bagunça


Desorganização e trabalho não combinam, e isso é fato. E convenhamos, processos criativos à parte, uma mesa desorganizada não costuma causar boa impressão a quase ninguém. Mas será que os gestores das companhias também compartilham dessa opinião?

De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria americana CareerBuilder, a resposta é sim. Segundo o levantamento, 40% dos entrevistados afirmam ter uma má impressão dos funcionários que mantêm a mesa coberta de papel e outros itens.
Problema à vista

E tal análise não para por aí. Ao que parece, 25% dos entrevistados acreditam que a bagunça seja ainda um forte indício de desorganização pessoal, muitas vezes denunciando o perfil de um profissional.“Cerca de 16% dos entrevistados associam as mesas ao seus usuários, considerando-os confusos”, informa o estudo.

A gravidade da situação é tamanha, que, segundo o levantamento, 28% dos chefes seriam relutantes em promover um colaborador o qual considerassem ‘desordeiro’.

Casos e casos

Contudo, na opinião do sócio-diretor e fundador da Muttare, consultoria de gestão, Tatsumi Roberto Ebina, nem sempre é possível manter um parâmetro geral sobre tal análise e é preciso observar, pois existem ‘casos e casos’.

Para ele, a cobrança dependerá principalmente das atividades e da produtividade de um colaborador. “Um profissional deve ser avaliado pela sua contribuição com a empresa, e isso, independente da mesa dele estar organizada ou não. Às vezes, ele produz bem dentro da desordem dele e não existem motivos para se preocupar com isso”, diz Ebina.

O mesmo não se aplica, no entanto, para os colaboradores relapsos e distraídos com suas obrigações. “Nesses casos, o mais adequado é pedir uma organização maior desse trabalhador para evitar que perca o foco de seus atividades e melhore sua produtividade”, informa.
Promoção e desempenho

Seguindo tal raciocínio, diferentemente do que aponta a pesquisa, o ideal seria promover apenas os candidatos que apresentassem um melhor desempenho e não necessariamente uma organização impecável de sua mesa. “Achar que uma pessoa que tem uma mesa desorganizada tem o cérebro desorganizado é rídiculo”, considera Ebina.

Para ele, se a situação realmente incomodar o gestor, o mais adequado é que ele oriente o profissional sobre a cultura e os valores organizacionais da companhia para ajustar os comportamentos que não estiverem dentro do esperado.

“É claro que uma mesa bagunçada não causa uma boa impressão, especialmente se o líder for uma pessoa extremamente organizada. Nesse caso, a impressão causada será péssima. Por isso, é importante priorizar esse ajuste, para explicar como tal postura afeta o negócio”, explica.

Dicas

Uma boa dica para quem tem o hábito de acumular itens na mesa ou para quem tem dificuldade de manter a ordem no local de trabalho é estabelecer prazos. A recomendação é simples: “uma vez por mês ou a cada 15 dias a pessoa deve olhar os objetos e papéis acumulados em sua estação de trabalho. Se eles estiverem lá, intocados por três meses, devem ser descartados”, aconselha Ebina.

Outra recomendação para evitar os acúmulos é se livrar da papelada. Para isso, o ideal é que todos os documentos considerados importantes sejam escaneados e armazenados no computador ou em outro dispositivo de dados. “Isso é realmente importante, pois existem colecionadores que não descartam nada, nunca!”, diz.

Fonte: Infomoney


David William – Postado em  http://noticiaweb.info/desordem-na-mesa/10/

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Criança e alimentação

A revista Época desta semana traz uma matéria muito interesse sobre como as famílias tratam o assunto: "alimentação de crianças". Vale a  apena ler e refletir um pouco.
Veja a matéria completa:
http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/04/criancas-3-x-0-comida.html



Crianças 3 x 0 Comida
Uma pesquisa exclusiva mostra como as dificuldades que aparecem nas refeições podem envenenar o relacionamento entre pais e filhos. O que fazer para evitar os conflitos
THAIS LAZZERI
  


SEM LÁGRIMAS
Isabel, de 2 anos e 8 meses, e a mãe, Vanessa, em casa. Ela chegou a chorar escondido porque não conseguia fazer a filha comer (Foto: Camila Fontana/ÉPOCA)
De um lado, pais ávidos – na verdade, alguns desesperados – para ver seus filhos comer direito. Do outro, crianças que fogem de frutas, verduras e variedade à mesa. Não é raro que essa relação caminhe para uma situação carregada de estresse e frustração. A hora da refeição deveria ser uma oportunidade para conversar com o filho e saber como foi o dia dele, mas, por vezes, torna-se um momento caótico, foco de discussão em família. Uma pesquisa obtida com exclusividade por ÉPOCA, realizada pela Ipsos a pedido da empresa americana Abbott com 984 mães de todas as regiões brasileiras, mostrou que 51% das crianças têm alguma dificuldade para comer. Sete em cada dez mães acreditam que isso atrapalha a relação com os filhos. Foram pesquisadas famílias com crianças entre 1 e 10 anos, com maioria entre 3 e 7 anos. “Nutrir envolve uma troca de afinidades”, afirma Fabio Ancona Lopez, pediatra e nutrólogo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Preocupar-se com a alimentação do filho é uma forma de expressar amor. Quando o filho não come, algumas mães naturalmente se sentem rejeitadas.”


O pediatra americano Benny Kerzner, professor da Escola de Medicina e Ciências da Saúde George Washington, nos Estados Unidos, conduziu pesquisas específicas sobre o impacto das dificuldades alimentares no relacionamento entre mãe e filhos em diversos países. Kerzner cita um estudo que acompanhou, por vídeo, como as mães alimentavam os filhos e como brincavam com eles depois. Os pesquisadores perceberam que, nas casas onde havia mais tensão no momento das refeições, a interação entre mães e filhos após aquele momento era bem menor. Elas não abraçavam as crianças. Com o tempo, afirma Kerzner, esse distanciamento pode se agravar. “Quanto mais conflituoso o momento da refeição, maiores as chances de complicações aparecerem e mais difícil será o futuro dessa criança”, afirma. “Não estou dizendo que vá acontecer com todas, mas são maiores as chances de alguma criança manifestar problemas de comportamento no futuro, como ficar mais violenta.”


A gaúcha Cristina Sampaio Teixeira, de 37 anos, de São Paulo, percebeu o peso da alimentação em sua relação com os filhos depois que Victor, de 5 anos, e Tomas, de 3, começaram a evitar alimentos que antes comiam bem. “Eles aceitavam de tudo até os 2 anos”, diz ela. Quando as recusas com o primeiro filho aumentaram, ela combinou que o premiaria caso ele comesse tudo o que estava no prato. A experiência não passou de três semanas. “Era insustentável trocar comida por presentes.” Cristina percebeu que as discussões com as crianças geravam aborrecimento e rancor na família.


Muitos pediatras e nutricionistas acreditam que mais estudos são necessários para determinar como as dificuldades na alimentação podem afetar o futuro da criança. Todos concordam, porém, que refeições caóticas são prejudiciais. É papel dos pais educar os filhos, colocando limites nos horários para comer e nas opções de alimento que entram na casa. Fazer as refeições num clima de tensão permanente pode ter impactos negativos na forma como elas se relacionam com o alimento e mesmo em sua autoestima. O risco é que, ao perceber a mudança de clima familiar em função de como se comporta diante do prato, a criança tenha a sensação de que é responsável pelo bem-estar da família. “Quando tem essa percepção e não consegue corresponder, fica com a impressão de que nunca conseguirá satisfazer os pais”, diz a pediatra Fabíola Suano, do serviço de nutrologia do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André, na Grande São Paulo.




quarta-feira, 25 de abril de 2012

Desorganização ameaça eficiência de empresas


A desorganização é um problema que atinge muitas empresas que sofrem com perdas de tempo na busca de materiais ou papéis perdidos, arquivos fora de ordem e atrasos Este é mais um motivo da importância de investirmos tempo ensinando nossas crianças a criarem o hábito da organização desde cedo. No futuro, já no mercado de trabalho sofrerão muito menos. 


Confira o resumo da matéria publicada na revista Exame PME, de Março/2012


Para muitos empreendedores, fazer com que o pessoal mantenha as mesas limpas e as gavetas organizadas pode parecer uma preocupação supérflua. No meio da bagunça, no entanto, esconde-se uma ameaça à eficiência. Dez minutos perdidos por dia para encontrar algo no meio da confusão representam, ao fim de um ano, quase seis dias de trabalho de um único funcionário.


Veja algumas práticas para acabar com a bagunça.


1 Remover a papelada 
Acabar com as pilhas de documentos, pastas e relatórios que os funcionários mantêm sobre as mesas é o primeiro passo para arrumar a confusão e tirar o aspecto de que um vendaval acabou de passar pelo escritório.


"As montanhas surgem quando o pessoal deixa de guardar o material utilizado num trabalho após sua conclusão", diz Eliete Teixeira, dona da consultoria Organize-se. A falta de disciplina resulta em perda de tempo sempre que algo demora a ser encontrado por estar soterrado na mesa de quem não guardou o que deveria no lugar certo.  


2 Combater os excessos 
Costuma haver um bocado de peso morto em mesas, gavetas e armários. Retirar o excesso abre espaço para o que é realmente necessário no trabalho. Um exemplo de excesso a ser combatido é o material de escritório.


Muitos funcionários têm mania de manter pequenos estoques de lápis, canetas e cadernos — o que, além de ocupar espaço, eleva os custos com coisas que não valorizam em nada a empresa. Outros exageram ao encher a escrivaninha com objetos pessoais, como porta-retratos com fotos da família, desenhos dos filhos ou lembranças de viagem.


3 Definir responsabilidades 
Pequenas e médias empresas nem sempre podem manter muita gente em serviços de apoio, como faxina e conservação. Por isso, é importante definir as responsabilidades de cada funcionário para manter o ambiente de trabalho limpo. Pode-se entrar em acordo com o pessoal para que cada um seja responsável por lavar sua própria louça e talheres quando usar o refeitório ou por tirar o pó da mesa de trabalho a cada um ou dois dias.


4 Fazer mutirões  
Num negócio em expansão, nem sempre é fácil manter tudo no lugar. É natural que ocorra um relaxamento na disciplina com a organização em períodos que a equipe concentre suas energias num objetivo importante — como a entrada em um novo mercado ou atender ao pedido urgente de um grande cliente. Nessas situações, o ideal é combinar com o pessoal um mutirão para pôr a casa em ordem e arrumar a bagunça logo depois que o trabalho for concluído.


Matéria extraída da revista Exame PME – Março/2012
http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/edicoes/0047/noticias/como-arrumar-a-casa-com-inteligencia?page=2&slug_name=como-arrumar-a-casa-com-inteligencia

O despertar para a Leitura

Nós temos  participado de muitas feiras em Colégios. Estes eventos têm representado uma ótima oportunidade para vermos que a leitura ainda tem lugar na vida de nossas crianças e adolescentes. Vimos isso através de feiras movimentadas, com crianças e adolescentes buscando os livros que mais lhes agradam, pais querendo suprir o desejo de leitura de seus filhos. Tudo isso nos têm deixado muito otimistas com esta geração que busca o conhecimento pelo livro. 
Parabéns  às escolas também pela iniciativa de arregimentar pais e alunos.E o nossos agradecimentos por nos convidar a participar deste momento. 


Abaixo vejam algumas fotos de feiras realizadas nos colégios:Ipê, Etip e Campos Salles.
http://www.colegioipe.com.br
http://www.etip.com.br
http://www.campossalles.g12.br/



terça-feira, 17 de abril de 2012

Educação financeira na escola

A Organização das Finanças é um dos assuntos que mais chama a atenção no Livro "Quem mexeu na minha Bagunça?" e  nas palestras fazemos em escolas e empresas, tanto de pais como de educadores. Isso porque o tema tem se tornado a cada dia mais necessário num mundo onde o "consumir", vem acompanhando as crianças desde os primeiros anos, já no início da escola,  no material da escola, nos brinquedos, agora nos celulares iPods etc. O ato de consumir tem  uma presença muito forte na vida dos pequenos. E se não apredenderem a diferenciar o "querer", do "precisar" ou não aprenderem a poupar desde de cedo, quando chegarem na  fase do trabalho irão sofrer muito com a desorganização do próprio dinheiro, já que foram anos de descontrole e desinformação. Está mais do que na hora de tratarmos este assunto com clareza e objetividade, tanto nas escolas, como em casa. Vejam esta matéria a respeito, publicada na Folha de hoje:


terça-feira, 17 de abril de 2012 - 11h32 Atualizado em terça-feira, 17 de abril de 2012 - 12h06
Alunos terão aulas de Educação Financeira


         Noções de como economizar o futuro salário, ter menos gasto e poupar dinheiro estão entre os temas abordados nas escolas de Guarujá
          Aprender a poupar o dinheiro e administrá-lo desde cedo. Desta maneira, alunos do 5º ao 8º ano do Ensino Fundamental das escolas municipais de Guarujá, no litoral de São Paulo, terão no currículo o tema Educação Financeira.
Segundo a secretária de Educação, Priscila Bonini, a medida é inédita no país e beneficiará 10.167 alunos da rede municipal de ensino.
         "Os alunos vão aprender a economizar, como aplicar seu futuro salário, analisar dentro de sua expectativa, quais são seus sonhos e guardar dinheiro para empreender futuramente. Baseado na metodologia DSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), a Educação Financeira será implantada dentro da disciplina de Matemática e as notas serão avaliadas na mesma matéria. Nesta segunda, começamos a capacitar os professores e dentro de dois meses, no máximo, já vai estar na grade curricular dos alunos".
             "A maioria dos jovens em seu primeiro emprego já começa a contrair dívidas. Com o hábito de poupar, a pessoa começa a enxergar o futuro. O aluno vai aprender que quando ele guarda dinheiro, ele vai comprar à vista e vai ter desconto. Ele vai usar os juros ao seu favor.                     Além disso, o material didático tem atividades para fazer em casa com os pais. Eles vão ser multiplicadores e vão ensinar os pais a pensar na aposentadorias, previdência e economizar nas contas domésticas", disse o educador financeiro do Instituto DSOP de Educação Finaceira, Élio Pallaro, responsável em aplicar o curso aos professores.
            O economista e coordenador do Nese (Nucleo de Pesquisa e Estudos Socioenomicos da Unisanta), Jorge Manuel de Souza Ferreira, aprovou a ideia.
"Achei muito interessante esse tipo de trabalho. Acho que falta em muitas famílias no Brasil o sentido da necessidade de poupar e até mesmo do que gastar. Com certeza vai surtir efeitos positivos".





segunda-feira, 16 de abril de 2012

Memorize o que estudou.

Dicas interessantes para memorizar conteúdo estudado. 
Podem ser seguidas não só para o vestibular. 
Experimente.